Avaí dá um passo gigantesco para o título - por Rodrigo Santos, jornalista
Nem o mais otimista torcedor avaiano, muito menos o mais pessimista torcedor alvinegro imaginaria um resultado desses. Um justo três a zero do Leão que encaminha o título estadual no jogo de volta. Um confronto do time embalado contra a melhor campanha, que não mostrou nada perto daquele time que tinha um ataque de qualidade. O Figueira pode ter jogado fora todo o trabalho da temporada em 90min. Agora só resta ao torcedor alvinegro usar o discurso do "acreditar".
Um Avaí que foi dono do jogo desde os primeiros minutos, impulsionado pela sua torcida, que não baixou a bola em nenhum minuto. O meio-campo alvinegro não funcionou. Fernandes não apareceu, a participação de Roni se resumiu a uma brilhante jogada no primeiro tempo. Some-se a isso a saída de Aloísio com dores musculares, a entrada de Julio César, sem ritmo, para comandar o ataque, e a indiferença de Branco, que não foi capaz de mudar alguma coisa para tentar surtir efeito e dimimuir o prejuízo. Luiz Fernando só entrou quando a vaca já tinha ido pro brejo. Aliás, há de se ressaltar outra grande diferença do jogo: O Avaí veio com vibração de sobra, enquanto o Figueira não mostrava nada perto disso.
Nem o mais otimista torcedor avaiano, muito menos o mais pessimista torcedor alvinegro imaginaria um resultado desses. Um justo três a zero do Leão que encaminha o título estadual no jogo de volta. Um confronto do time embalado contra a melhor campanha, que não mostrou nada perto daquele time que tinha um ataque de qualidade. O Figueira pode ter jogado fora todo o trabalho da temporada em 90min. Agora só resta ao torcedor alvinegro usar o discurso do "acreditar".
Um Avaí que foi dono do jogo desde os primeiros minutos, impulsionado pela sua torcida, que não baixou a bola em nenhum minuto. O meio-campo alvinegro não funcionou. Fernandes não apareceu, a participação de Roni se resumiu a uma brilhante jogada no primeiro tempo. Some-se a isso a saída de Aloísio com dores musculares, a entrada de Julio César, sem ritmo, para comandar o ataque, e a indiferença de Branco, que não foi capaz de mudar alguma coisa para tentar surtir efeito e dimimuir o prejuízo. Luiz Fernando só entrou quando a vaca já tinha ido pro brejo. Aliás, há de se ressaltar outra grande diferença do jogo: O Avaí veio com vibração de sobra, enquanto o Figueira não mostrava nada perto disso.
Hemerson Maria montou o time direitinho. Mika, o melhor em campo, anulou Fernandes e, junto com Bruno, segurou Roni e não deixou o adversário colocar o jogo em prática. E aí o time foi se soltando, partindo pra cima e achando espaços. Branco tinha a proposta de se precaver na Ressacada, com marcação reforçada no meio, que também não funcionou. Deixou Cléber Santana jogar, e tomou uma pressão enorme, até sair o primeiro gol, em uma bola roubada de Mika, que acabou nos pés de Nunes, sem marcação, para abrir o placar.
O Figueira teve três boas chances de gol no jogo, com bolas tiradas em cima da linha por Leandro Silva e Mika, e a jogada de Roni. Foi só. O Avaí teve duas chances de ampliar o placar no final e sair da Ressacada com a faixa de campeão. E o jogo de volta, no próximo domingo? O Figueira terá uma missão impossível. Uma coisa é você fazer 3 a 0 sem uma pressão de placar. Outra coisa é você ir pra uma decisão sabendo que terá que fazer três gols de diferença pra levar a decisão para os pênaltis. É um peso psicológico tremendo para quem entrou como favorito.
O Avaí, que já tinha moral elevada antes da decisão, agora tem a faca e o queijo para dar uma volta olímpica improvável até o intervalo da semi-final em Chapecó. Coisas desse esporte apaixonante chamada futebol. Podem reclamar do regulamento, mas quem quer ser campeão precisa confirmar no campo. Na hora H, o Figueirense falhou. Grifos do blog Avaixonados.
O Gerson... porque não publicasse meu comentário no post sobre os ganhos com as vendas das camisas?
ResponderExcluirAbraços.
JONATAMM, não recebi. Se puder enviar novamente seria legal. Abs.
ResponderExcluirTinha escrito que aquele valor de R$ 69.510,40 se refere tão somente ao bazar feito pelo Avaí ano passado. Os valores relativos as vendas das camisas estão no item "Receitas de Uso de Marca".
ResponderExcluirNão muda muito, mas acho importante esclarecer isso.
Sou conselheiro e estava no dia da reunião para aprovação das contas e me chamou, bom como outros conselheiros, atenção aquele valor módico.
Foi perguntado ao conselho fiscal que esclareceu o assunto.
Como disse, não muda muito, mas...
Saudações Azurras