A 14ª edição da Revista do Avaí já está no mercado. A lição anterior, com Gallo recém-demitido estampado na capa, parece ter sido aprendida. Exemplar de colecionador. Desta feita vemos uma tentativa pouco natural de homenagear o camisa 12. O release institucional pergunta "... o que seria do futebol sem a torcida?" A resposta está aí, com uma campanha "antológica" dentro e fora dos gramados. E não adianta forçar a barra afirmando que mesmo nessa fase ruim o torcedor não abandonou as arquibancadas. As muitas cadeiras azuis vazias da Ressacada falam por si mesmas.
A 14ª edição da Revista do Avaí já está no mercado. A lição anterior, com Gallo recém-demitido estampado na capa, parece ter sido aprendida. Exemplar de colecionador. Desta feita vemos uma tentativa pouco natural de homenagear o camisa 12. O release institucional pergunta "... o que seria do futebol sem a torcida?" A resposta está aí, com uma campanha "antológica" dentro e fora dos gramados. E não adianta forçar a barra afirmando que mesmo nessa fase ruim o torcedor não abandonou as arquibancadas. As muitas cadeiras azuis vazias da Ressacada falam por si mesmas.
Postado por
Gerson Santos
às
08:00
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8 comentários:
Gerson,
aproveitando esse post sobre a capa e a torcida, não seria correto que uma campanha para a extinção das torcidas organizadas fosse logo feita?
Assisti ao video de alguns bandidos agredindo um torcedor do Figueirense no terminal e confesso que fiquei bem chateado.
Sei que são bandidos e de forma alguma podem ser considerados como avaianos, mas isso queima o filme por demais.
Sinceramente, eu não entendo porque essas organizadas não são proibidas. Isso é fácil. Basta que as autoridades (o povo) queiram.
Pra mim, o rebaixamento, as derrotas, a diretoria patetica são fichinhas comparadas a demencia desses trogloditas no que diz respeito a danos ao nosso Avai.
Capa com o Gallo recém demitido, Capa com a torcida recém demitida.
Essa edição é cara da atual gestão, parece que os caras vivem em outra realidade. A vaca já foi pro brejo e ainda estão convocando a torcida depois de 2 anos de afastamento da mesma. São uns fanfarrões.
To com 3 cadeiras estrategicamente localizadas no setor D, na fila L. Troco por um X salada e uma coca, as 3.
Capa fake.
Justiça seja feita, a edição ficou pronta antes do jogo do Ceará, obviamente. Tivéssemos vencido, a capa seria aprazível.
Dados os fatos, a saída seria encaixotar os exemplares...
Já a do Galo foi imperdoável mesmo.
A capa do Gallo foi lamentável, mas não surpreende. Aliás a "coerência" entre a capa do Gallo e a demissão dele logo em seguida retratam a atual gestão do Avaí.
Em função do momento do Avaí, o mais sensato seria esperar o fim do campeonato, adequando a edião e a capa à realidade. Resumo: cometeram o mesmo erro duas vezes seguidas. Dá-lhe Diretoria.
A capa da edição do Gallo foi, pra mim, um desastre editorial. Essa... "desconexão com a realidade".
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