Nem empate serve, de novo

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Há quantos anos, antes de um jogo do Avai, repetimos esse comentário do título do post. Na base do "Esse Avaí faz côza", a nação azurra já nem sabe mais o que é ir à campo sem a pressão de ver seu time correndo atrás do prejuízo. Um folguinha aqui, outra ali, mas dá-lhe interminável pressão psicológica. Definitivamente o futebol está nos parecendo um filme de suspense.

E hoje contra a Chapecoense, aquela mesma que venceu o Avaí na primeira rodada com oito reservas, Mauro Ovelha e seus meninos sempre esforçados precisam apresentar algo de útil, de agradável paladar, a tal da vitória. Mais do que compromisso expresso em seu hino, vencer hoje significará um ambiente menos caótico que o do final do primeiro turno. Ovelha que o diga.

O técnico avaiano vai aprontar mais uma das suas. Aliás, está cada dia mais difícil defendê-lo, tarefa a que me proponho desde sua chegada. Gosto do colono, mas a sua falta de convicção - ou falta de personalidade para mantê-la - está começando a vir à tona. Mais uma vez teremos mudança de time titular e sistema de jogo. Essa novela já está virando uma montanha-russa.


Nessa noite a equipe terá pelo menos quatro mudanças em relação ao último jogo. Moretto pode retomar a vaga de
Alecks, Leandro Silva volta para a zaga (o que é ótimo), e Guerreiro e Capixaba recuperam a moral com o professor: A tendência é que os 11 sejam: Moretto; Leandro Silva, Renato Santos e Bruno; Patric, Guerreiro, Diogo Orlando, Cleber Santana e Pirão; Neilson e Capixaba. Sai o 4-4-2 para a volta triunfal do 3-6-1. Toca.

2 comentários:

Jotta disse...

Esse é o problema, ficam apostando no famoso, "calma, Esse Avaí faz coisa, vcs vão ver". Só que nos últimos anos, só temos visto m@#da e vergonha.

Rose+Roberto=João Marcus disse...

Quem volta é o Leandro Silva

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