Fui contrário ao projeto apresentado pelo presidente Zunino do novo complexo esportivo para o Avaí. Diante da grandiosidade dessa ação de empreendedorismo eu, enquanto homem de negócio de raciocínio limitado, não quis entender a importância de um novo estádio para 35 mil pessoas ao invés desse pré-moldado da Cassol com 17.800 lugares. É por essas e outras que Zunino é Zunino e eu sou eu, um pobre fudido que anda pra lá e pra cá com um carro sem escapamento.Uma Ressacada maior atrairá mais torcedores ávidos pelo glamour de uma praça esportiva resplandecente. Não podemos nos contentar com mixaria, afinal o Avaí é o maior do Estado e tem a torcida mais fiel. Para ser grande tem que pensar grande. Isso precisa entrar em nossos cucurutos. Se Zunino construiu um império à partir de merda, imagine o que fará com um time de futebol com um estádio de 1° mundo e o apoio da nação azurra. Pense nisso e não embace os planos do hômi.
3 comentários:
Mas para isso ele tem que transformar o Avai em merda!Será?
Gerson,
Ironia ou não, tem muita coisa errada.
Na vida mudanças se fazem necessárias.
Abraços.
O texto é irônico, mas há uma constatação inquestionável: o triste legado que o João nos deixará (já está deixando, aliás) é o sentimento de que nunca o Avaí "dará certo". É cada vez mais forte a convicção de que os erros cometidos é consequência do DNA avaiano, que será assim para sempre e que tal situação é irreversível. Esse é pior sentimento que um "líder" pode causar em seus "liderados".
E esse sentimento de eterna impotência é naturalmente acompanhado pela indiferença, que é o que se percebe hoje. Nem pra esbravejar se encontra avaianos dispostos. A frase "Esse Avaí faz coisa", criada para enaltecer a capacidade do clube em surpreender positivamente, e uma vez ou outra negativamente, virou slogan para justificar os erros cometidos. "É assim mesmo: esse Avaí faz coisa". E fica por isso mesmo.
Triste legado, fruto da arrogância de alguns e da adulação de outros. O torcedor, o verdadeiro avaiano, esse é um pobre coitado.
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