Por razões óbvias não poderia defender a competência do agora ex-Superintendente de Negócios do Avaí, Cláudio Vicente. Duas ou três intervenções desse profissional em comentários no blog e algumas ações que tomamos conhecimento ao longo dos 14 meses que esteve a frente do cargo não são suficientes para qualquer tipo de juízo profissional. O que podemos testificar é que seu currículo é brilhante, o que foi comentado aqui assim que abraçou o cargo, mas e daí? Acredito que Cláudio sucumbiu ante do amadorismo visceral dos "dinossauros diretorianos".Não saberemos o que realmente aconteceu para o seu pedido de demissão e essa provavelmente será mais uma lenda na Ressacada. Mas seu texto de despedida, embora tecnicamente perfeito, dá pistas que seu limite de elasticidade sacal foi atingido. Imagino a queda de braço diária que o responsável pelo Marketing do clube deveria travar para convencer cegos mercadológicos sobre a importância, por exemplo, do uso da cor azul em toda identidade visual do Avaí. Ou da importância de ouvir e responder os torcedores em seus questionamentos. Enfim, Cláudio Vicente tentou tirar leite de pedra e não conseguiu.
2 comentários:
O burro coloca-se na primeira fila para ser visto; a inteligência coloca-se na retaguarda para ver.
E jamais conseguirá, Gerson. A regra é simples: ou a pessoa concorda com o João ou então não serve. Cláudio Vicente não deve ter concordado com algumas das ideias brilhantes do João. Trazer o Márcio Goiano para o Avaí, por exemplo. O único jogador do mundo que atirou a bola na cara da torcida. E que foi perdoado, claro.
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