“Ou me pagam, ou não devolvo”

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"Um clube que depende do dinheiro do seu mecenas é artificial. Ele está na Série A, mas não é de Série A. Tem potencial para Série C e olhe lá. Quando o patrono sair, é terra arrasada, pois não se construiu nada para que o clube sobreviva pelas próprias pernas. Vai ter que vir outro ricaço pra mantê-lo. E tem mais. Se o patrono empresta o dinheiro, ele se sente dono do clube. É mais ou menos assim: “Fui que botei dinheiro, eu que mando e vocês fiquem quietos, que daqui eu não saio”. Um dia o clube vai ter que pagar essa dívida, senão, ele não sai. Como diz um grande avaiano que conheço, corre-se o enorme risco de que esse cara “sequestre” o clube: “Ou me pagam, ou não devolvo”. E, para pagar o resgate, só fazendo as coisas mais absurdas. Quer ver?" E se você quer ver o que vem antes e depois desse texto, terá clicar aqui.

2 comentários:

Wilson de Almeida disse...

Dos melhores posts que já li.

IVAN disse...

E não tem aquele que tem carteira de trabalho assinada pelo "TIO"? Pois bem, ele apareceu hoje apontando o patrãozinho como um INVESTIDOR DE FUTEBOL. Ora! Mas o Zunino não é o Presidente do AVAÍ? E ele como tal, também é um investidor? Então, se assim for, acabaram-se aquelas justificativas dos discípulos, "O ZUNINO COLOCA DINHEIRO DO PRÓPRIO BOLSO NO AVAÍ", ele não está colocando porcaria nenhuma, o que ele está fazendo é se beneficiar do cargo e investir seus milhões dentro do AVAÍ, pra ganhar dinheiro lá na frente, e ganhar muito. Só que junto com isso, vem a incompetência de administrar o próprio dinheiro que ele "colocou no AVAÍ", e no final, o único que sairá perdendo é o AVAÍ.

Saudações

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