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Ninguém esperava uma boa partida de futebol do Avaí contra a Chapecoense. Decisões costumam ser vencidas por quem mais transpira, já que a inspiração cede espaço para aquele desfile lamentável de chutões, carrinhos e abafas.Mas após um campeonato inteiro jogando como um time de várzea, os últimos quatro jogos sob o comando de Hemerson Maria fez o avaiano sonhar com mais um ponto fora da curva nesta noite na Ressacada. Bom, foi um breve intervalo comercial que, oxalá, volte a acontecer dentro de uma semana, no segundo jogo na distante cidade do Oeste catarinense.

A Chapecoense chegou no sul da Ilha disposta a não permitir que houvesse futebol, o que é absolutamente normal. O anormal foi a forma passiva com que o Avaí permitiu que esse cenário se confirmasse. O empate em 1x1 premiou tudo aquilo que não aconteceu nesta semifinal e põe no colo da indiarada a classificação para a final do Estadual.

E por falar em passividade, um salve todo especial para Hemerson Maria que hoje foi possesso do espírito de Mauro Ovelha. Não só os meninos não jogaram nada, com o retorno daquela famosa bagunça tática, como também o técnico não teve coragem para ousar uma vitória. Nada explica que tenha se posicionado como um mero expectador ao lado do gramado. Amanhã tem mais.

2 comentários:

Boto disse...

Eu quero minhas 2 horas de volta!!!!!

deh disse...

Comparando com os últimos 4 jogos, todo mundo ficou muito abaixo da média. A zaga não inspirou confiança e Aélson, Felipe Alves, Robinho e Nunes jogaram tanta bola quanto eu e meus amigos na nossa pelada semanal.
Espero que o Hemerson Maria cresça depois desse jogo, que aprenda com os tantos erros cometidos durante a partida.
E até acredito numa vitória avaiana lá, pois quando dois times fracos se enfrentam, normalmente quem joga no contra-ataque costuma levar.

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