O jornalista e blogueiro Felipe Silva se invôcô-si com essa história de azar das camisas de goleiro em homenagem às cidades de SC e foi atrás do números. Numa matéria que deve receber o Pulitzer de 2012 (prêmio outorgado a pessoas que realizem trabalhos de excelência na área do jornalismo), Felipe prova que o "monstrinho têxtil" realmente dá xabu, urucubaca e todo tipo de azar para o time que as usa. E não adianta bater na madeira que a maldição é forte.
"(...) O Avaí começou as homenagens em 1 de maio de 2011, num jogo contra a Chapecoense, em Chapecó. Naquele dia, Renan usou uma camisa em homenagem à cidade-sede da partida, com a imagem da estátua do desbravador, famosa por aquelas bandas. Na estreia das homenagens, empatamos com os do Oeste e, com isso, fomos eliminados do estadual. Mal sinal.
De lá para cá, o Leão disputou 35 partidas com as camisas em homenagem às cidades (34 cidades e uma para o Berbigão do Boca) e somou sete vitórias, 11 empates e 17 derrotas. Isso dá um aproveitamento de pontos de 30,47% (32 pontos somados em 105 possíveis). Pouco melhor que o nosso aproveitamento na Série A ano passado, que foi de 27,19%.
No mesmo período, o Avaí jogou 31 vezes sem as camisas-homenagem. Foram 14 vitórias, cinco empates e 12 derrotas. Dá um aproveitamento de 50,53% dos pontos (47 somados em 93 possíveis). Para efeito de comparação, na campanha da Série A de 2009, a do sexto lugar, somamos exatos 50% dos pontos.
Hay que relativizar, claro. A maioria dos jogos com camisas-homenagem foram pela Série A, um campeonato bem mais difícil que o Catarinense. Mas, assim, mesmo pelo estadual ou Série B, não ganhamos nenhuma das quatro partidas em que os goleiros jogaram com as camisetas. Foram dois empates e duas derrotas (as duas derrotas em casa, para Figueirense e Metrô). Credo (...)".
De lá para cá, o Leão disputou 35 partidas com as camisas em homenagem às cidades (34 cidades e uma para o Berbigão do Boca) e somou sete vitórias, 11 empates e 17 derrotas. Isso dá um aproveitamento de pontos de 30,47% (32 pontos somados em 105 possíveis). Pouco melhor que o nosso aproveitamento na Série A ano passado, que foi de 27,19%.No mesmo período, o Avaí jogou 31 vezes sem as camisas-homenagem. Foram 14 vitórias, cinco empates e 12 derrotas. Dá um aproveitamento de 50,53% dos pontos (47 somados em 93 possíveis). Para efeito de comparação, na campanha da Série A de 2009, a do sexto lugar, somamos exatos 50% dos pontos.
Hay que relativizar, claro. A maioria dos jogos com camisas-homenagem foram pela Série A, um campeonato bem mais difícil que o Catarinense. Mas, assim, mesmo pelo estadual ou Série B, não ganhamos nenhuma das quatro partidas em que os goleiros jogaram com as camisetas. Foram dois empates e duas derrotas (as duas derrotas em casa, para Figueirense e Metrô). Credo (...)".
4 comentários:
Confirmou o que já sabíamos.
A lazarenta tem uma "mandinga" forte, tem que mandar benzer ou então usar só a da Madre Paulina, quem sabe ela ajude...
Quantas vezes foi usada com Ovelha no comando?
O problema é a camisa ou time? Se jogasse contra o bagaceira( como diz o miguelito) nao teria sacode na ressacada e baile no Scarpelli Park?
Ja Cansei de gastar saliva falando mal dessa camisa, mas parece que pra meu desgosto, tem gente que gosta... Pra mim uma falta total de noção de marketing e um desrespeito ao uniforme do goleiro do Leão. Além de as camisas serem horriveis, não conheço alma viva que tenha comprado uma! Pronto Falei...Denovo!
A Única que fez algum sentido e que achei bonita foi a que homenageia Floripa, com a foto da ponte, as outras são horriveis... Querem fazer marketing das cidades de Sc com o Avaí? Abram Escolinhas do Avaí nestas cidades, mas não venham me dizer que essas camisas ajudam em alguma coisa pra fomentar a instituição AVAÍ FC pelo estado, que isso sim é balela.
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