Depois do ex-técnico Jorginho pirar com as críticas dos blogueiros do Estreito e Carlos Arini declarar que lia franciscanamente alguns blogs avaianos, pensei em escrever sobre o tema nesse final de semana. Isso até o "entrão" Felipe Matos tirar-me o pão da boca. E o fez com um texto primoroso, do qual pinço o naco que reforça a missão do torcedor azurra para com o clube do seu coração:
"(...) Acredito que eu, torcedor, não devo me limitar a comparecer aos jogos, pagar minha mensalidade, incentivar e cornetar moderadamente. Pode parecer antipático, mas acredito que eu, torcedor, sou o topo da hierarquia do futebol, embora imprensa, cartolas, jogadores e até mesmo alguns torcedores não compartilhem da mesma crença. Não importa, eu acredito e isto, no momento, me basta.
Acho que títulos não são mais importantes que a condução do clube. Não acredito que o papel fiscalizador caiba exclusivamente aos Conselheiros. Acredito que meu time só se manteve vivo por quase um século porque eu, torcedor, existo. Eu quero saber o que fazem em meu nome, porque eu visto a camisa nas ruas, porque eu entôo o teu nome nas arquibancadas, eu estampo teu distintivo em minha pele, eu financio a sua existência, porque quem me olha na rua e me vê vestindo o teu manto, não enxerga meu nome ou meu CPF, eles enxergam um avaiano, porque eu sou o Avaí e o Avaí somos nós, torcedores (...)". Para ler o texto completo clique aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário