O muito bom pode ficar ótimo

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Esse é um daqueles sábados que dá gosto de se acordar. Coisa boa. Temperatura agradável, sol gostoso, cidade calma, prefeito Dário Berger na Alemanha dando palestras sobre Gestão Pública e Mobilidade Urbana, quer dizer, hoje Floripa está de bem com a vida. Dá uma preguiça de fazer um post, nem te conto. Dando uma zapeada pela internet encontro um comentário muito interessante de um torcedor avaiano. O nome do pensador é Alexandre Carlos Aguiar e diz ele no Blog do Torcedor Avaiano na Globo.com o seguinte: “É bem difícil pra um torcedor qualquer entender o que se passa com a gente avaiana. Vá, qualquer um, agora na Ressacada e verá ao menos 2 torcedores por ali, zanzando, olhando, analisando, tomando uma cervejinha ou comendo um negocinho qualquer, como se os torcedores avaianos morassem na Ressacada e apenas passassem em casa para dormir, ou fazer alguma outra atividade. Por mais que pareça óbvio, a Ressacada é a casa dos avaianos, literalmente, e o time é seu lazer absoluto”.

Tudo isso é verdade mesmo. Não vou aproveitar essas excelentes palavras do Alexandre para discorrer ufanisticamente sobre essa relação time-torcedor que acontece na metade-mais-um do futebol de Floripa (continuo com preguiça). Mas está aí um bom tema para a semana que vem: porque essa torcida tão apaixonada anda tão calada na Ressacada? Ainda nessa semana foi aberto um tópico na Comunidade Avaiana do Orkut onde se dizia mais ou menos que perto do que podemos fazer, nossa torcida não está fazendo nada. Li todos os comentários, mas o que me marcou foi o de Adir José, onde dizia que parece que estamos assustados com a série A. É, pode ser sim. Uma coisa é certa: não somos sombra do que fomos na série B. Mas contraditoriamente a isso, basta chamar o pessoal para um treino inexpressivo, no início do campeonato, num dia santo, com um vento sul de rachar e pronto, lá aparece público de jogo oficial. É comum que se pergunte o que podemos fazer pelo Avaí, não é mesmo? Mas nada impede uma pausa para perguntarmos o que a torcida pode fazer por ela mesma. Quem sabe sai um mini-simpósio entre os torcedores avaianos, já pensou que legal? Assunto é que não falta.

Bom, mas no momento o mais importante é focar todo nosso pensamento no jogo de amanhã, em Barueri. Jogo-chave para ambas as equipes. Duvido que aconteça um empate, esse não é o objetivo de ninguém. Sei não, mas acho que a segunda-feira será ainda mais gostosa que esse sábado. Dá licença mas agora vou pro parquinho com a molecada. Um excelente final de semana para todos.

3 comentários:

Wilson de Almeida disse...

Tem até eu ali ó

kkk

Jairo Batistela disse...

Cara eu tb acho que a torcida anda meio estranha, e nao lembro de alguma vez terem sugerido um papo entre os torcedores. Se rolar eu to dentro.

Thiago Pravatto disse...

Sabe o que eu acho?
Acho que a torcida anda assim, pq a maioria se não todos, estão com aquela sensação de "dever cumprido".

Depois de tanto sofrer e ficar no quase na série B lutando por uma vaga na série A como foi em algumas vezes, sofrer como outras lutando pelo rebaixamento como foi em 2007 e agora com o acesso a serie A, com o titulo catarinense, nossa torcida tirou um peso enorme das costas e ta com um sentimento de que agora merece apenas desfrutar do momento que o avaí ta passando, jogando com os maiores e melhores clubes do Brasil.

Mas acho que ja ta na hora de voltarmos ao que eramos, ja desfrutamos 5 rodadas, ja "curtimos" o que é estar na ´serie A, e agora temos que voltar a apoiar o avaí e leva-lo para vitorias como sempre fizemos.

Cada um fazendo a sua parte, no fim o resultado disso todos nós ja sabemos qual é.

Comissão de festas do setor D, contra o fluminense volta com força total.

Abraços, Gerson!

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