Fex côsa

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TassioTerça passada cantei a bola quando disse que “Esse Avaí voltará a fazer CÔSA”. O grupo mostrou a determinação do verdadeiro Avaí que sempre lhe foi peculiar. Concordo com Guilherme Quadros quando diz que a formação tática e a dedicação da equipe foram fundamentais, pois jogo fácil em Recife contra o Sport não existe, bem como foi o jogo contra o Goiás na quarta passada. O que temos de fato é que Silas achou a maneira de o Avaí se postar em campo com uma receita muito bem pensada. Nesses dois jogos o nosso azul e branco foi um time com um meio-campo muito forte que, com todo o cuidado, ofereceu a cobertura à zaga sempre que necessária. Coincidentemente, quando houve mudanças nas alas o time jogou, venceu e convenceu. E amanhã o todo-poderoso Grêmio que se cuide, há um Leão com toda a gana solto pela ilha.

Roberto
Já contra o Botafogo mostrou que incomoda, mostrou que sabe fazer gol no jogo contra o Goiás, mostrou que está pedindo passagem nesse último jogo contra o Sport e o mais importante: calou a boca de muitos, inclusive do colunista que vos escreve. Jogando um futebol simples, porém agressivo, o esforçado jogador deve estar causando uma dor de cabeça no Silas para montar a escalação do time titular. Dando uma passada pelo Orkut, muita gente diz que o cara merece a vaga. Diante das demonstrações que o Roberto nos deu, porque não testá-lo desde o início?

O nosso elenco
Para fazer futebol um time precisa de dinheiro para montar um grande elenco. Na série A somos um time considerado pequeno por não termos as mesmas arrecadações dos ditos grandes, e, consequentemente, não temos esse grande elenco. Até onde isso é verdade? Para mim isso é coisa de quem não tem paciência. Vejam Fluminense, Cruzeiro e São Paulo que possuem grandes times, mas não obtiveram grandes resultados dentro de campo. Acho que não encaixaram a melhor forma de jogar o Campeonato Brasileiro. Vejo o Avaí da mesma forma, porém acredito que sua reação será nítida no campeonato de agora em diante. O time se mostra com uma polivalência que poucos a tem, ou é normal um centro-avante jogar de ala direito?

Hoje temos Ferdinando, Luís Ricardo, Caio, Muriqui, Medina que são curingas. Roberto, Odair e até os próprios Caio e Medina que podem ser considerados “armas para incendiar” uma partida. Não posso, é claro, deixar de citar a nossa zaga que tendo o devido suporte dos cabeças-de-área joga com mais tranquilidade. E o Marquinhos juntamente com Muriqui? Calejam os adversários mesmo em dias de pouca inspiração. Vejo carências no setor de homens-gols e no setor de alas (que podemos ter agradáveis surpresas com Roberto e Luís Ricardo). Esperemos para vê-las, mas que continuemos a esperar com vitórias. Foto ClicEsportes


Tássio Leonardo.

4 comentários:

Hugo Castro disse...

Bela observação com os nossos "curingas", naõ tinha pensado ainda dessa forma. São jogadores polivalentes e realmente é raro de ver isso em qualquer time hije. Estes mesmos curingas ainda tem muito a crescer dentro do brasileiro, assim como o time, se Deus quiser!

Tássio disse...

Hugo, vamos crescer muito, vejo no Avaí um time diferenciado e digo que o Silas é o responsável por isso. E se não tinhas pensado nos "curingas" não estavas sozinho, só fui me tocar quando Luís Ricardo foi utilizado pela 2ª vez como ala, ou seja, estava na cara kkkk.


abraço

Guilherme Quadros disse...

Concordo ctgo mô quiridu. Me preocupo é quando esses "coringas" viram solução total para um setor com deficiência. No jogo contra o Barueri em que o LR foi deslocado pra lateral ele não viu que a zaga fazia linha de impedimento e deu condição pro jogador deles entrar livre. Com o esquema atual esses risco diminui, mas mesmo assim sempre falta entrosamento quando é uma peça improvisada, o que pode ser a solução tb eheh
Abç

Tássio disse...

Tem essa do entrosamento também...

Quem dera se fôssemos a semelhante a "laranja mecânica" nos bons tempos...

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