Futebol é uma coisa engraçada. Ao mesmo tempo que te traz um prazer enorme, de vibrar, torcer e extravazar, te porta muitas vezes uma frustração sem tamanho. No caminho da Ressacada até em casa, vim refletindo sobre a partida e tudo o que vem acontecendo com nosso time na série A. Por incrível que possa parecer, não saí do estádio com raiva do nosso time, mas com raiva do que tem se tornado o futebol em si. Sim, porque "tá na cara" que hoje futebol não é só habilidade, não é só amor à camisa, não é só raça, não é só um bom técnico. Vê-se claramente que estão em jogo muito mais coisas do que 22 jogadores e um trio de arbitragem. Se começarmos pelos homens de preto vamos transcrever um rol de reclamações e, infelizmente, a grande maioria delas com razão. Time pequeno e novo na série A versus time grande e com histórico na competição. Uma pena, mas vamos perder sempre neste quesito.
Continuando, hoje temos praticamente certeza que os fatores extra-campos estão jogando mais do que os atletas. Parece que vale mais quem a parceria indica, quem o empresário quer, do que o profissional que mais está rendendo. Sem contar o fato que depois de todo dinheiro investido, este ano parece a grande chance dos investidores tentarem recuperar um pouco seu capital. E eu não os julgo, afinal quem é que gosta de perder dinheiro? Quem é que vai investir seu rico dinheirinho apenas com o intuito de ver uma nação feliz e nunca receber nada em troca? Eu não iria, por mais que ame o meu time. Tem gente que não quer dar sequer R$50 por um ingresso ou um pouco menos para ser sócio, imagina mil ou milhões.
Pois é, foi com essa sensação que saí da Ressacada. Sensação de que o futebol está muito diferente do que era, porque se não for isso, é realmente injustificável manter no nosso Avaí jogadores como Lima, Luiz Ricardo, Ferdinando, MW. Ou deixar no banco Caio, Willian, ou nem saber onde estão Medina e Leonardo. Mas, o futebol tem sensações ambíguas, pois saí de lá "louca" para que chegue o dia da partida contra o Botafogo, para estar novamente na Ressacada, cheia de esperanças, cheia de ânimo, com uma vontade sem tamanho de torcer pelo meu Avaí. Futebol tem dessas coisas.
Evelise Marini é leitora do Avaixonados. Imagem Bárbara via Orkut
Continuando, hoje temos praticamente certeza que os fatores extra-campos estão jogando mais do que os atletas. Parece que vale mais quem a parceria indica, quem o empresário quer, do que o profissional que mais está rendendo. Sem contar o fato que depois de todo dinheiro investido, este ano parece a grande chance dos investidores tentarem recuperar um pouco seu capital. E eu não os julgo, afinal quem é que gosta de perder dinheiro? Quem é que vai investir seu rico dinheirinho apenas com o intuito de ver uma nação feliz e nunca receber nada em troca? Eu não iria, por mais que ame o meu time. Tem gente que não quer dar sequer R$50 por um ingresso ou um pouco menos para ser sócio, imagina mil ou milhões.Pois é, foi com essa sensação que saí da Ressacada. Sensação de que o futebol está muito diferente do que era, porque se não for isso, é realmente injustificável manter no nosso Avaí jogadores como Lima, Luiz Ricardo, Ferdinando, MW. Ou deixar no banco Caio, Willian, ou nem saber onde estão Medina e Leonardo. Mas, o futebol tem sensações ambíguas, pois saí de lá "louca" para que chegue o dia da partida contra o Botafogo, para estar novamente na Ressacada, cheia de esperanças, cheia de ânimo, com uma vontade sem tamanho de torcer pelo meu Avaí. Futebol tem dessas coisas.
Evelise Marini é leitora do Avaixonados. Imagem Bárbara via Orkut
4 comentários:
Concordo contigo o que essas RATAZANAS festido de preto com um apito na boca fizeram com o AVAÍ é coisa de policia,e essa porcaria de cronica esportiva daqui também sao uns merdas e ficam falando besteira.
É, Evelize. Essa sensação, de "mulher de malandro", que toma uma porrada e chega em casa e olha a tabela para ver quando é o próximo jogo para poder estar lá, no alambrado, gritando, é uma coisa que eu não consigo me livrar, também.
É a dura realida, Evelise, o futebol tem CNPJ e é um negócio como outro qualquer. O que "estraga" um pouco essa relação comercial é o fato de que pessoas apaixonados por esta EMPRESA DE ENTRETENIMENTO com foco no futebol teimam em tratar os seus funcionários como se fossem filhos. Nosso atletas deveriam se ater com mais cuidado aos seus deveres contratuais e dar, pelo menos, o máximo de si. Posição de POSTE e ESCONDE-ESCONDE ainda não foram inventadas no futebol, né não?
Olha eu lá em cima da casa ó.. hahahha
O nome de quem bateu a foto é Barbara.
Abraços,
Thiago
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