Tirando o bom futebol que vimos acontecer ontem no Scarpelli, duas situações inusitadas merecem uma leve pincelada em função de suas cores sobrenaturais. A primeira gota de tinta vai para a inacreditável imortalidade de Robinho, um jogador que consegue ser improdutivo e titular com todos os técnicos que aportaram na Ressacada nos últimos anos. Saldanha, Palhinha eu ou você que lê esse texto produziria mais que o rapaz com cabelo à lá Zacarias.
Depois disso, palmas para o papelão do único clube de série A de SC que assumiu seus tremores diante do elenco de Carlos Arini que não custou nem R$1. Restavam intermináveis 10min e decidiram se encolher na expectativa do empate vindouro. Concomitantemente (cof, cof, cof) a essa pequenêz, trataram de desaparecer com todos os gandulas. Até nisso são inferiores, já que os nossos gandulas avaianos não somem, muito pelo contrário, jogam junto com o time.
Depois disso, palmas para o papelão do único clube de série A de SC que assumiu seus tremores diante do elenco de Carlos Arini que não custou nem R$1. Restavam intermináveis 10min e decidiram se encolher na expectativa do empate vindouro. Concomitantemente (cof, cof, cof) a essa pequenêz, trataram de desaparecer com todos os gandulas. Até nisso são inferiores, já que os nossos gandulas avaianos não somem, muito pelo contrário, jogam junto com o time.
Um comentário:
Então, que prêmio para o Saldanha, hein?
Fez um bom jogo contra o Popeye e não entrou em campo contra o espinafre!
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