O jogo
Felizmente, o Avaí entrou em campo com disposição para vencer o jogo. Dominando a partida desde o início, não dava espaços para o – fraco – adversário crescer. Curiosamente, a primeira chance de gol foi do Boa, quando o atacante Marcelo apareceu sozinho num cochilo da zaga avaiana e acertou a trave. Fora esse susto, o Avaí tinha muito mais posse de bola, mas o ataque não conseguia levar grande perigo ao experiente goleiro Max.
Nunes, de cabeça, perdeu um gol da pequena área, o que não chega a ser surpresa pelo histórico do jogador com a camisa azurra. E no primeiro tempo foi só. Tivesse um pouco mais de efetividade, o Avaí teria definido o jogo já nessa etapa.
Mas veio o segundo tempo e com mais um atacante o Boa tentou sair mais pro jogo. Em vão. O Avaí continuou dominando, tocando a bola com calma, criando algumas chances, mas sem levar real perigo. Até que, aos 33 minutos, Cléber Santana conseguiu abrir o placar. Parecia que a vitória estava assegurada, mas de forma surpreendente o Avaí recuou, cedeu espaço e o adversário começou a criar as chances que até então não tinha conseguido. E empatou em cobrança de falta de Radamés.
Pior, virou o jogo logo depois, quando o time avaiano parecia estar adormecido em campo. Menos mal que Pirão entrou como quis pela área já nos acréscimos e empatou novamente. Aliás, o gol do Pirão mostrou como, com um pouquinho de vontade e organização, estava fácil marcar gols no Boa.
O resultado
Embora alguns torcedores tenham considerado uma “boa” (perdão pelo trocadilho infame) o ponto conquistado, eu acredito que na verdade perdemos dois pontos. Poucas vezes teremos tanta facilidade para conseguir uma vitória fora de casa como nessa estreia: estádio praticamente vazio e adversário fraco, desfalcado e desentrosado.
O resultado
Embora alguns torcedores tenham considerado uma “boa” (perdão pelo trocadilho infame) o ponto conquistado, eu acredito que na verdade perdemos dois pontos. Poucas vezes teremos tanta facilidade para conseguir uma vitória fora de casa como nessa estreia: estádio praticamente vazio e adversário fraco, desfalcado e desentrosado.
Tendo dominado o jogo inteiro, era pra largarmos na liderança. O futebol não costuma perdoar deslizes desse tipo. Sim, eu sei que é apenas o primeiro jogo e não se deve fazer “terra arrasada”, mas a história mostra que, depois das 38 rodadas, são dois ou três pontos que separam um clube de um objetivo maior. Tomara que o Avaí não deixe de conseguir o acesso por causa desses pontos, caso contrário lamentaremos muito mais do que estou fazendo hoje.
A lição
Invariavelmente, todo jogo de futebol traz lições que, se bem assimiladas pelos participantes, podem facilitar suas vidas mais à frente. E a lição dessa estreia é clara: o Avaí precisa contratar, com urgência, pelo menos dois atacantes que saibam marcar gols. Quando você tira o Nunes por não estar produzindo e o Felipe Alves por cansaço e suas esperanças recaem em Ronaldo Capixaba e Laércio… é hora de contratar, e rápido.
A lição
Invariavelmente, todo jogo de futebol traz lições que, se bem assimiladas pelos participantes, podem facilitar suas vidas mais à frente. E a lição dessa estreia é clara: o Avaí precisa contratar, com urgência, pelo menos dois atacantes que saibam marcar gols. Quando você tira o Nunes por não estar produzindo e o Felipe Alves por cansaço e suas esperanças recaem em Ronaldo Capixaba e Laércio… é hora de contratar, e rápido.
Ah, claro: vão dizer que no clássico Laércio decidiu o jogo, marcando o segundo gol. Não vou tirar os méritos dele pelo fato, mas anotem quanto tempo vai levar pra ele fazer mais um gol. Ou pra fazer uma apresentação razoável. Façam isso e me darão razão: precisamos contratar. Quanto ao Capixaba, melhor parar de escrever por aqui, né?" Texto de Marcelo Herondino, extraído do blog Mundo Avaiano.
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